E daí que era sábado a tarde, O Lucas e eu estávamos na sala assistindo Caldeirão do Huck, enquanto o Lê apanhava algo na cozinha...
- Mãe, quem é esse homem que tá cantando?
- Ah, a mamãe adora, Lucas. É o Seu Jorge!
****
- Paiê, vem ver o 'Meu Jorge'!! Ele tá cantando na 'tevelisão'...
Criança diz cada uma...rsrsrs
Quero compartilhar aqui, com vocês, sobre a vida de uma mãe, esposa, mulher, trabalhadora, que gosta de escrever e brincar com as palavras, sobre festas que quero organizar, sobre a reforma do apartamento e a aplicação do feng shui. Sobre orações e livros bons, sobre várias coisas...
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segunda-feira, 22 de agosto de 2011
terça-feira, 16 de agosto de 2011
CRIANÇA DIZ CADA UMA...
Daí, numa brincadeira entre avô, pai e filho em pleno domingo dos pais, surge a conversa:
- Filho, mostra o barrigão!
E a criança levanta a camiseta e estufa o máximo que pode sua barriga. Contente com as gargalhadas, pede:
- Vô, mostra sua barriga.
E os risos rolam mais uma vez... Então a criança vira para seu pai e diz:
- Pai, mostra sua barriga!
O pai levanta a camiseta e a criança solta:
- Ai, credo! Que barriga grande e cheia de pêlos...
Kkkkk...
- Filho, mostra o barrigão!
E a criança levanta a camiseta e estufa o máximo que pode sua barriga. Contente com as gargalhadas, pede:
- Vô, mostra sua barriga.
E os risos rolam mais uma vez... Então a criança vira para seu pai e diz:
- Pai, mostra sua barriga!
O pai levanta a camiseta e a criança solta:
- Ai, credo! Que barriga grande e cheia de pêlos...
Kkkkk...
quinta-feira, 17 de março de 2011
FILHOS
Ontem, passei pelo blog da Dri Viriato e me encantei com a cartinha que ela escreveu para o seu filho, o Alessandre. Daí, na volta do serviço, tive a grande idéia de fazer um caderno de anotações do Lucas para o ele ler quando puder.
Enquanto rascunhava, decidi começar a listar as palavras que ele já diz. Tanto porque sempre que vamos nas consultas da APAE a psicóloga me pergunta sobre o vocabulário e a fono dele...
Então, listei as palavras e as sentenças que mais ouvimos e que vieram à minha mente. São elas:
Ai, meu olo! = Ai, meu olho! (irritado com o shampoo)
Pála, pai! = Pára, pai!
Tô vê, tô vê... = Deixa eu ver
Tá eado = Tá gelado (quando tá quente ele fala direitinho)
Essa é muito boa: bichiconenem... Alguém sugere?
Ainda temos no quesito nomes:
Vô Maio = Vô Mario
Vó Véa = Vó Vera
Vó Ês = Vô Inês
Tia Adi = Tia Adri
Ô = Rô
Fifia = 'nossa' cadelinha Sofia
Eando = Leandro, o pai.
Antessa = Andreza, eu, a mãe
Uca = Lucas
E as palavrinhas:
anone = danone
mama = madeira
fé = café
anana = banana
açã = maçã
kult = yakult
cóia = escola
papato = sapato
mea = meia
caça = calça
calto = talco
dindin = $$
rois = arroz
coate = chocolate
xuco = suco
Também já diz:
Amo a mamãe
Amo o papai
Amo a mamãe, o papai, a vovó, o vovô, a Bia, o tio Mauro, a tia Paula, a tia Adi, a tia Van, tudo tudo...
Acorda mãe (enquanto separa minhas pálpebras)
Oi, mamãe... quando me vê chegar (sempre me derreto nesta hora)
Putz
Opa!
Caiu tudo, tudo, tudo
Quero água
Tá sujo?
Quero feijão
Quero carne
Quero uva
Ameixa
Pizza
O Lucas adora assistir HI-5 e demais do Discovery Kids. Na Futura ele assiste Madeleine, As Trigêmeas e Histórinha de Dragão no quesito desenho, mas gosta daquele programa de histórias africanas.
E nestes últimos dias, com já 2 anos de idade, ele decidiu mudar de horário, acreditam? Não há quem o acorde quando retorna da escola. E decide acordar quando estamos indo deitar... Tomara que seja reflexo do Carnaval, só. E que passe o mais rápido possível...
E seus filhos, o que eles vem fazendo?
quinta-feira, 10 de março de 2011
CHUPETA - COMO ACABAR COM ESTE VÍCIO?
Oi Meninas,
Acho que ainda não comentei com vocês a tática que utilizei para tirar a chupeta do Lucas, né?
Durante toda a gestação, meu marido e eu já tínhamos combinado: NADA DE CHUPETAS!! Haha, na 2ª noite de choro providenciamos uma... E, realmente, é um alívio! Faz um bem muito grande aos pais! Acho que a chupeta é como a tampa da caneta para nós, adultos, ou cantinho de unha, para as mulheres (e homens, por que não?), é um recurso para descarregar a tensão...
Tomamos o cuidado para comprar chupeta com bico ortodôntico, da NUK, que dizem ser uma das melhores. E não temos mesmo do que nos queixar em relação a marca. O Lucas só usou chupetas desta marca e quando comprei uma da MAM ele não aceitou.
Acontece que depois de um tempo, começa a ficar feio, né? Seu bebê já anda, pronuncia algumas palavras, já é um 'homenzinho'...e utiliza a chupeta...
Então nós, mães e pais, antenadas(os) nas vivências de outras mães e pais internautas, vamos utilizando das dicas e ajustando-as de acordo com nossas necessidades.
Bom, daí que comigo e com o Lucas foi assim: eu já tinha guardado na minha memória duas maneiras bem interessantes de tirar a chupeta:
- Esperar por um acontecimento marcante, que vá mudar a rotina da criança, e explicar que nesta 'nova fase' não há mais a necessidade da chupeta.
- Amarrar a chupeta na cama da criança. Sempre que ela quisesse teria que ir até o quarto. Até cansar...
Acho a 2º sugestão muito legal. Mas do jeito que meu pequeno é esperto ele ía aprender como desamarrar rapidinho...
Já a 1ª sugestão, confesso que vinha guardando para quando mudássemos para o apartamento. Só que como achei que esta data se prolongaria resolvi criar o meu método. Foi assim: na véspera do aniversário de 2 anos do Lucas, ao deitarmos para dormir, conversei com ele sobre o uso da chupeta. Nem sei se ele estava entendo, mas propus que ele tentasse naquela noite dormir sem a dita cuja. Ele chorou, chorou, chorou e dormiu. No dia do aniversário, como foi muito agitado, ele sequer lembrou da chupeta. Ao chegarmos em casa ele já estava desmaiado na cadeirinha do carro. No 3º dia (era um domingo) aproveitei para brincar muito com ele, para que ele não tivesse tempo de pensar em outras coisas... Brincamos de pega-pega, motoca, tocamos violão, aliás, meu marido tocou, enfim, final de mais um dia sem chupeta.
Bom, no final do domingo tivemos que conversar com a minha sogra, pois ela quem fica com o Lucas às segundas. Tudo combinado. Segunda quando eu cheguei do serviço recebi a notícia de que ele chorou o dia inteiro e não dormiu. Cansado, após o banho e uma bela mamadeira, dormiu.
E assim, foi indo. Todos empenhados. Não foi sofrido, nem tampouco complicado. Avisamos a escolinha, também, que nos apoiou bastante.
Pronto, o vício acabou.
E vocês? Quais foram os métodos utilizados para tirar a chupeta de seus filhos?
E vocês? Quais foram os métodos utilizados para tirar a chupeta de seus filhos?
terça-feira, 1 de março de 2011
DEPRESSÃO PÓS PARTO
Mãe,
Principalmente as que acabram de dar à luz seus filhos e encontram-se muito sensíveis, quase pirando...
Como é complicado, de repende, um ser tomar conta da sua vida integralmente, não é mesmo? Você se vê de mãos atadas para realizar qualquer outra atividade, como ir ao salaão de beleza.
Ser mãe pela primeira vez não é uma tarefa lá muito fácil. Envolve muuuuuitos sentimentos, pois além de ter que exercer esta nova função, você continua sendo a esposa, a dona de casa, a profissional, a filha, etc.
E, como se não bastasse, as pessoas do seu convívio social parecem não se interessar mais por você: só pelo seu bebê.Daí suregem várias dicas, milhares de conselhos e exemplificações sobre como você deve criar SEU filho(a).
Neste momento, tenho certeza que sua vontade é de gritar: "Poxa! Deixem que eu crio MEU filho(a) do MEU jeito!!"
Muitas mães acabampor não aguentar tamanha pressão e imergem na tal da depressão pós parto. Logo que há outros motivos que levam a tal da depressão, outros muito mais graves e complicados...
Vejam bem, não sou médica, nem tampouco estudiosa do assunto. Estou considerando aqui alguns fatores que acredito sensibilizarem ainda mais estas novas mães.
Quando descobrimos que estamos grávidas, e que nada havíamos planejado, o risco de entrar neste mundo triste e cinza é bem maior. Ainda mais quando nos sentimos desamparadas, ou apontadas pela sociedade. Acontece, que também nos culpamos por isso. Nos tocamos que vamos 'perder' a nossa independência e virar 'escravas' de um bebê que não sabe se comunicar, que depende de nós... Acabaram-se as festas, baladas, raves, pagodes e bailes funks. Espetáculos teatrais, estréias do cinema nacional, shows, viagens em feriados, namoro...
Lógico que tudo que escrevo aqui será mais bem entendido por mulherese que engravidaram por descuido, de famílias tradicionais e, acima de tudo, responsáveis pelos seus atos. Às vezes, a pressão nem vem de todos os lados (só de alguns) como disse anteriormente. Muitas das vezes nós mesmas é quem mais nos acusamos por tamanho descuido.
Também quero deixar bem claro que este meu discurso nãotem o objetivo de deixar margens para que pensem que culpo nossos filhos pela perda da nossa solteirice. Simplesmente, quero que percebam que tudo tem seu tempo. E essa fase de aceitação e adaptação com um novo ser humano, tão pequenino e indefeso, nos faz ter medo de errar, de novo.
Depois deste baque todo, cadia dia será mais apaixonante. PRINCIPALMENTE quando ele atingir 1 ano e começar a interagir mais com você. Depois você começa a ficar loucamente doida pelo seu filho(a). Depois dos 2 anos você já não cumprimentará mais ninguém em casa antes dele(a).
Bom, mas enfim, toda esta introdução, é para contar a vocês, uma história que me fora compartilhada, ontem, enquanto eu voltava para casa, por uma moça de 25 anos que está na luta, ainda, para superar a depressão adquirida desde a 1ª gestação. Ela mostrou-me muito determinada, corajosa e com iniciativa, mesmo quando o mundo parece ter dado as costas para ela...
A nossa conversa começou com outro assunto: epor conta do trânsito e da chuva ela havia perdido a entrevista esperada durante um ano, para conseguir uma bolsa de estudos numa determinada faculdade. Seu sonho, hoje, é fazer faculdade de secretariado.
Leia sobre sua experiência maternal/gestacional, resumidamente:
Ainda namorando engravidou. O namorado sugeriu o aborto. Chocada, negou o pedido.
Conformados com a situação, casaram-se.
Passaram a desejar que fosse um menino para dar continuidade nos negócios do pai. Veio uma meninA. A moça, em nenhum momento, havia esquecido o pedido do aborto, apenas o colocou numa pastinha guardada nos seus sentimentos. A chegada da menina levou-a à depressão. Acompanhada de profissioanis, fez suas terapias e após dois anos engravidou. Não houve reprise do pedido por parte do marido, mas teve que suportar sua família com discursos sócios culturais. Seu marido havia sido preso. Extelionato.
Ah, daí ela surtou! Durante a 2ª gestação, depressiva do jeito que estava, sem amparo da família, sem marido, começou a comportar-se de modo preocupante. A família resolveu cuidar dela até nascer a criança: meninA.
Acompanhada de psicólogos e outros terapeutas, semanalmente, considerou a hipótese de sair da casa dos pais.
Casou pela 2ª vez.
Engravidou...
Mas o casal estava feliz, ela estava feliz, aparentemente, receosa com a possível volta da depressão. Ambos sonhavam com um menin para chamá-lo de Miguel que ocuparaia um quarto em tom verde com tema Zoo e cortinas de voil brancas.
De repente, o medo voltou a sondá-la, então optpu por não querer saber o sexo do bebê até a hora do nascimento. Contudo, sua vontade tomou outro caminho...
No 5º mês de gestação, tomada por um pânico incontrolável, seu marido achou que fosse melhor interná-la. Na clínica fizeram um ultrassom que demorou mais de 45 minutos. O técnico não guardou segredo e disse o sexo do bebê: MENINO. Emocionada, começou a tentar identificar os traços do Miguel naquele visorzinho sem vergonha, em preto e branco, de clínicas inferiores...
Quando questionado o por quê da demora do procedimento do ultrassom, o técnico, secamente, disse que haviam algumas más formações em seu filho: ele não tinha pés e nem as mãos. E foi além: disse que dificilmente sobreviveria... Na verdade ele disse que ele morreria. É que eu fiquei chocada quando ouvi isso e não queria colocar aqui... Desculpem.
Orientada a entrar com o pedido de aborto, ficou sabendo que o processo levaria em torno de 4 meses...
Fizeram os cálculos??
Pois bem, mais no fundo do poço do que nunca, esta guerreira esperou até o momento de dar à luz o Miguel que viveu durante 3 horas e faleceu.
A mãe pediu para doar os órgãos : córnea, pele.... Pedido negado, pois tratava-se de um ser humano com doença, provavelmente genética. Então pediu para doar o corpo para estudo. Pedido negado, pois tratava-se de um ser humano, e eu não entendi esta parte jurídica. Por último, pediu à família que a polpassem de velar o tão esperado Miguel. Este pedido foi atendido e entendido por todos.
Adeus quarto verde, Zoo, cortinas de voil. Adeus meu menino, Adeus Miguel.
Então as sessões terapeuticas foram largadas de vez, há um mês, pois ela deciciu dar a volta por cima, por si só. Esta história não tem 1 ano.
Esta mulher vive numa luta contra a depressão, diariamente, que quer voltar a dominá-la.Pensamentos suícidas ainda rondam sua cabeça.
Ela tem que tomar muito cuidado. Dependendo do seu comportamento ainda ode perder a guarda de suas filhas...
E um dos meios que ela encontrou para aliviar toda esta dor que acumulou-se dentro dela foi contar sua história para outras mulheres.
Eu percebi que reclamo, às vezes, por muito pouco. Que também tive minha gravidez, 'implanejada', com pais super críticos que me ignoraram. Mas meu marido, na época namorado, apoiou-me totalmente desde a apresentação do teste da farmácia. E isso foi FUNDAMENTAL. Lógico que depois que a cça nasce os pais viram avós abobalhados que fazem tudo que os pirralhos querem e acabam estragando o tipo de educação que queremos dar.
Mas esta mulher mostrou que a história dela é muito mais triste que a minha. E muito mais intensa.
É por isso que temos que agradecer, todos os dias, por tudo que temos, e reavaliar um monte de conceitos.
Um passo de cada vez. Sempre em frente. A vida nos ensina qual o melhor remédio para todos os males.
quinta-feira, 17 de fevereiro de 2011
Mãe de Muitos: Lancheira nota 10
Mãe de Muitos: Lancheira nota 10: "Na escola em que meus filhos estudam , é oferecido o lanche, então pelo menos não me preocupo em preparar 4 lancheiras diariamente.Mas..."
Oi gente!
Neste ano eu mudei o cardápio do meu filhote, em relação ao lanche que levava para a escola. Tanto porque eu só enviava frutas (3 tipos), suco de soja e queijo branco (frescatino). Somente na sexta-feira ele podia levar um iogurte.
Daí que resolvi pesquisar sobre o assunto e achei este post muito bacana. Vou testar esta sugestão de cardápio que encontrei no blog Mãe de Muitos que, por sua vez, encontrou na Revista Pais e Filhos.
Atualmente, a lancheira do Lucas é composta por:
- Suco (de caixinha, soja ou néctar)
- Queijo polenguinho (alterno entre o tradiconal e outros sabores)
- Fruta
- Biscoito Integral (geralmente mando 4)
- Danone
De vez em quando, mando uma surpresa para ele: um doce de banana. Ele adora. Geralmente mando às sextas.
Agora, por exemplo, o Lucas gosta muito de banana com aveia e mel. Precisava encontrar uma maneira de mandar tudo isso para a escolinha e pedir para 'as tias' preparem, né? Porque a banana escurece muito rápido, se eu for preparar em casa, cedinho, e enviar para ele comer a tarde...
Talvez se eu comprar mel em sachê? Vou trabalhar essa idéia. Se alguém aí tiver uma sugestão, aceito!
E também preciso pesquisar sobre lancheiras térmicas, por causa do danone.
E também preciso pesquisar sobre lancheiras térmicas, por causa do danone.
E você? Como você prepara a lancheira do seu filho?
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